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domingo, 27 de abril de 2014

Tevê

Vejam o brilho colorido
da ilusão.
A tevê que você vê sem saber
o porquê.
Por que fomos programados ao nascer
para ver o brilho colorido da tevê.
Mãe! É você?
Que me ensina a viver
que me diz o que fazer
Que me cria...
Alimenta-me
sustenta-me
domina-me?
Ou tudo isso
é um vício
uma sombra
ilusão?
Que triste vida repetida
em frente a você
que me viu crescer
a mercê do mundo...
Sem saber o porquê.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Vozes roucas

Há vozes que gritam em silêncio, em silêncio gritam por liberdade. Gritam as vozes roucas
estranhas,
dialéticas,
esquecidas.
Vejam o tempo,
hipertrofia do executivo!
Anunciam mentiras, os falsos jornais,
Inventados!
Amem ou deixem a pátria,
pátria marcada pelo sangue da opressão. Brasil!
Meio século se passou.
E agora?
Ainda gritam as vozes roucas,
oprimidas,
mal digeridas.
E tudo era ideologia,
e tudo era euforia,
e tudo era...
Tudo era nada,
vozes que foram caladas.