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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Ainda é

Procuro as palavras,
não há palavras.
elas fugiram e não definiram a vida.
não há lei aqui.
meus companheiros ainda estão nas ruas
resistem, cantam e se inquietam.
o caminho é estreito 
mas estamos armados
as flores ainda representam a esperança.
meus poetas estão todos vivos e fervem aqui dentro.
dizem que estou preso
aqui ainda escrevo
meus irmãos estão gritando poesia
é o sinal.
eles não desistem.
um grito frenético pulsa e expande o peito
mas o poeta ainda diz pouco.
ele quer cantar o amor,
a flor que nasce na rocha infértil.
quer gritar a liberdade,
repetir incessantemente que todos estão livres.
ainda há obstáculos,
mas a paz está próxima.
o preço da insistência e da luta é a vitoria.
as migalhas não nós alimentam mais 
não estaremos fadados a repetir os mesmos erros 
estamos de mãos dadas e não cantamos mais o passado
gritamos que:
ainda é hoje!
podemos mudar, irmãos.
ainda é hoje.

Nosso rio

Meu rio triste perdeu o riso
ele caminha pra morte
meu rio calado já foi sinônimo de vida 
e agora chora sozinho porque o amor  evaporou aos poucos
e suas águas turvas, solitárias e sem forças
percorrem  um volume estreito e sujo.
as pessoas passam
e acham normal o rio não rir. 
é preciso revolta, ação.
a cidade dorme, acorda  
a vida continua e nada importa
o rio não interfere na riqueza da cidade alta.
em épocas de chuvas fortes 
há movimentações passageiras
acham tudo muito solidário.
É sempre assim...
não há fim na aparência 
as pessoas humildemente acreditam na bondade hipócrita 
e a cidade alta vive tranquila.
o povo realmente é vitima do real e daqueles que mentem 
mas há remendos na chuva.
vejam! mais um ano passou 
alguns solidários fingiram uma mudança 
eles preferem reforma à revolução. 
caras novas continuam o ciclo 
mas o rio é o mesmo
ainda há promessas?
a ponte silenciosa espreita as latas de coca-cola em queda livre.
muitos e muitos  passam, voltam
os peixes morrem sufocados
e assim também é a vida marginal daqueles que tiveram o oxigênio roubado antes mesmo de nascerem.
uma parte da cidade segue cercada. há vigias na escuridão.
as pessoas tingem a vida com a cor barrenta que elas próprias escolheram  
tudo em nome da própria ilusão dos papeis.
algumas secas em silêncio
golpearam o pequeno e ja fraco rio
a cidade fica mais quente 
há frio em algumas casas.
Quem liga? 
quem importa?
aos poucos os irmãos das igrejas se individualizam. Ninguém está olhando. 
onde está a solidariedade, o amor e a caridade?
o rio segue seu curso 
não aprendemos com a história. 
a cidade pode ser mais bonita?
o rio poderia rir largo?
e as casas que devastaram a mata ciliar?
tantos problemas
é melhor deixar tudo isso pra próxima gestão 
os rebanhos comem tranquilo a matéria orgânica da cidade
vai tudo para o tapete.

domingo, 30 de novembro de 2014

Poema eterno

Meu velho amigo 
que hoje fica mais velho 
meu verso é parecido com o seu
nossa amizade não envelhece 
e ainda somos os mesmo de antigamente 
somos crianças crescidas 
com corações pequenos 
que querem o mundo todo
inventamos uma nova história
e tudo que foi ainda é
tudo que será
já foi anotado
porque dizem que nascemos separados
mas um poeta falou que no fim 
unidos  distribuiríamos poesias para o mundo
a verdade é que para descrevê-lo as palavras não bastam
elas são poucas 
e preciso de tantas
nem o existir basta
essa vida é pouca 
ela não é eterna 
mas há solução 
porque a palavra não morre 
e hoje escrevo um poema 
eterno
para você 

meu irmão.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Cadeados

Muitas vozes foram oprimidas,
mas elas continuaram enérgicas e pulsantes.
muitos foram mortos e ainda não há paz,
mas a luta continuou e continua
porque a injustiça só  se perpetua onde há silêncio 
e nós que carregamos o fruto da desigualdade 
jamais cessaremos o grito da liberdade.

A força do meu verso
a força do seu verso 
e a força da nossa poesia 
estará nas ruas desmaquiando toda essa hipocrisia.

A  arbitrariedade ainda vive, 
mas eles insistem em dizer: 
o passado morreu
e esquecem que o futuro é espelho
dos engenhos sem perdão
da mineração gananciosa
da cafeicultura racista
e de toda opressão.
tudo isso vive aqui.
nós gostamos de história e não esquecemos.
mas, irmãos...
nossas vozes ainda roucas e insaciáveis gritam que:
ainda é hoje!
ainda é hoje! 
podemos mudar.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Mundo involuntário

Minha poesia é escura e já não vejo a noite
minha poesia que não é minha
é do mundo
das pessoas
e dos corações solitários.
não rimarei meu verso seco 
com suas palavras aguadas
nem cantarei a solidão
ela que refugia os grandes corações
e alimenta os pequenos desiludidos.
Não cantarei o ódio
porque ele não é eterno
cantarei a poesia
poesia que sufoca os homens e liberta as crianças
poesia que cria um mundo e o torna
perfeito.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Pássaros

Então vai e voa
leva meu tempo
carrega meu amor
não se perca
forma insegura.
os ventos são tortos
e seus olhos estão turvos
eles procuram alguém
há esconderijos aqui.
suas asas
ainda fracas
resistem e lutam
essas correntes enganam.
os galhos são poucos
são poucos os amigos
ainda assim
há muitos passarinhos aqui
outro ninho me espera.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Um dia

Um dia alguém questionou
ousou
disse:
por quê?
a omissão é a própria opressão
esperar é apenas uma esperança
mas lutar
é tentar, tentar e
vencer
nos somos o poder.

Aleitor

Queria escrever sobre o céu
sobre as nuvens,
árvores?
Mas decidi escrever apenas alguns versos
versos secos que você lê
e admira o céu
e admira as nuvens
e admira essa monotonia
admira as estrelas sem ver
você, videota...
admira a própria miséria do tempo!
É preciso uma imagem para olhar a beleza ao seu redor?
Que vida.

anatural

Não falem da desigualdade naturalmente
da fome naturalmente
da guerra naturalmente
da violência naturalmente
da injustiça naturalmente.
Não falem naturalmente isso é normal.
Não se acomode com esse mundo mudo.
muitos assistem, sentam.
Eles chamam natural
a fome que existe nesse mundo desigual
chamam normal
o desemprego estrutural
anunciam uma classe dividida
pregam que nada pode mudar
mas deus não quis assim,
você ainda pode ser
ainda pode dizer, gritar:
não é natural, não é natural!
O mundo está de cabeça para baixo
averso
mas ainda há flores nas pedras.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Pétalas

Minha flor
incompleta
sem pétala
sem amor
nada.
o vento carregou uma parte,
mas você está aqui
mesmo imperfeita
flor que não quis ser.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Não importa

Que mil olhos me vejam no escuro
que a solidão seja leve
assim como a terra.
que mil almas me sigam
estarei perdido
na noite me liberto
na madrugada sou livre
o dia não veio
não veio o perdão
não veio o amor
não veio nada.
as lagrimas não choram e o mar
o mar secou,
a vida secou
secaram os amigos,
o ódio.
não há caminho,
há apenas atalhos errados
me perco no labirinto escuro
no labirinto sem saída
eles tinham razão
me sufoco
fujo até a ilha de Morus
era tudo mentira
mentira mentira
me tira daqui
quero oxigênio, não apaguem as luzes!
meu coração ainda bate, bate ligeiro
mas ele cansa...
cansa rápido. para. para.
separa de mim
e não volta mais.
E aquilo que não traz destino não importa.
me diviso agora
estou sendo partido e não resisto
não resisto a toda essa mentira.
cadê o amor?
e a utopia?
talvez o mundo tenha esperança
e ainda há poesia.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Mar do amor

Não há águas infindas no mar do amor
no mar de amar.
Não há na infinitude da vida
alguém que viveu sem amor
que escreveu
e não falou
do mar
do sabor
de amar
e se no céu do azul,
alguém no meio do oceano
para cima olhou
gritou e falou: amei, vivi...
morri, de amor.

O poeta

Dedicado a Antonio Franscisco

O poeta chega.
observa o mundo
escreve.
escreve o sorriso alheio,
a paixão alheia,
a sua vida.
o poeta conhece o amor
e compartilha esse sentimento
o poeta está vivo
não esperemos o mal irremediável
cantemos o amor
enquanto ha tempo.

Moço, por quê?

Uma mulher que segura bandeira partidária.

É mei-dia moço
estou com a barriga vazia
é mei-dia moço, tenho fome
ei moço, você vai mangar de mim?
ganho uma mixaria, mas é mei-dia.
Moço, eles me dão pouco
tão pouco que preciso levar minha famía
não há perdão.
Ei moço, por que é assim?
é mei-dia e não sei o que fazer
se por falta de amor ou por falta de querer
é mei-dia, já não sei o que cantar
já não sei o que falar
já não sei me expressar
me roubaram o direito de viver
antes mesmo deu nascer
essa terra já tinha dono
e ainda é mei-dia
moço, por que o sol não dorme?

domingo, 31 de agosto de 2014

Avante

Avante, irmão!
Avante que a luta não acabou
avante, irmão!
Avante que a luta apenas começou.
Até a vitoria não recuaremos
avante irmão!
Já vejo a aurora
Avante irmão que o dia nasceu
O sol ainda brilha para todos
Avante irmão!
Não vê que o sol é socialista?
Podemos mudar o hoje, irmão!
Avante! Avante!
Até que tudo cesse
que todos tenham acesso a poesia
não cessaremos
Ate que todos possam amar livremente
ate que todos vençam o medo
ate o fim,
até a utopia infinda
não cessaremos de lutar.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Secularizado

Estou secularizado
mas alimento uma fé
uma fé no amor
na esperança
na vitória
na vida.

Sociedade do espetáculo

Não sou livre
sou escravo de mim mesmo
sou prisioneiro dos meus sonhos
vivo na minha própria cadeia
chamada vida
sem chaves,
cadeados.
Tenho medo da liberdade,
do amor
me criaram assim
me fizeram assim
e ainda
querem que eu seja doutor.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

domingo, 24 de agosto de 2014

Biblioteca escura

Estavam calados
mas havia pessoas
estavam escuros
mas havia luz
vida
havia palavras
eternas
Incansáveis
frenéticas
revolucionárias.
Havia liberdade
liberdade para poder encontrar
a chave da imaginação,
para buscar
o fim das palavras
infindas.

sábado, 23 de agosto de 2014

Pressa

Tenho pressa
pressa
muita pressa
erro
erro muito
Quanto mais pressa tenho
mais pressa preciso
porque  erro
erro muito
e o erro é acreditar
que a pressa é vitória
a pressa é derrota
a pressa está em mim
tenho pressa para acabar com a pressa
e erro 
Tenho pressa para acabar com esse erro
e erro outra vez.
Preciso de um café
sem pressa
expresso.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Ariano Suassuna

O Brasil real agradece
agradece a voz que o vento da justiça carregou pelo nordeste esquecido.
Nada foi em vão
o Brasil real está triste
mas nutre uma esperança
que a voz que percorreu as veredas do sertão
jamais deixará de gritar
e as palavras serão
eternizadas
em nossos corações.
obrigado Ariano
Suassuna.

sábado, 19 de julho de 2014

Taciturnos

Limitado pelo mundo
eles gritam em silêncio.
Existem vozes, roucas, mas vivas.
Tão demasiadamente vivas que chegam
revolucionárias ao mundo.
Elas querem mudança!
O mundo está oco, vazio
o som preenche volumes e vibram as moléculas
que se dissipam no ar lúgrube 
da sociedade moderna e subserviente.
Procuram amor
gritam com vozes de amor,
inutilmente, gastam suas forças.
As pessoas estão separadas
não há perdão.
O mundo está surdo!
Uma voz percorre o vácuo da solidão,
estava escuro, mas havia seres humanos,
tristes, porém com a esperança.
Esperança que o sol voltaria amanhã
e uma voz continuaria
a gritar.

Conflito com o amor

Guardei na caixa
um setimento
Mas ele insiste em sair,
Há fechaduras.
Um dia
Roubaram-me as chaves,
Também o amor.
Então
Abriram a caixa
Ela estava vazia,
O amor fugiu.
O sentimento ganhou o mundo.

Borboleta

E se a vida é uma transformação
um dia seremos borboletas
que voam em busca da flor,
da metamorfose
do verdadeiro
amor.

Poema do nada

Um dia me disseram:
nem tudo é tudo.
acreditei
e sonhei
descobri que tudo
é nada
quando nada de amor se tem.
E o nada é tudo,
e a falta é tudo,
a duvida é tudo,
a fome é tudo.
Tudo é nada,
porque nada se faz quando se tem
tudo.
A necessidade é escola da falta.
Do nada fazemos o mundo.

domingo, 27 de abril de 2014

Tevê

Vejam o brilho colorido
da ilusão.
A tevê que você vê sem saber
o porquê.
Por que fomos programados ao nascer
para ver o brilho colorido da tevê.
Mãe! É você?
Que me ensina a viver
que me diz o que fazer
Que me cria...
Alimenta-me
sustenta-me
domina-me?
Ou tudo isso
é um vício
uma sombra
ilusão?
Que triste vida repetida
em frente a você
que me viu crescer
a mercê do mundo...
Sem saber o porquê.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Vozes roucas

Há vozes que gritam em silêncio, em silêncio gritam por liberdade. Gritam as vozes roucas
estranhas,
dialéticas,
esquecidas.
Vejam o tempo,
hipertrofia do executivo!
Anunciam mentiras, os falsos jornais,
Inventados!
Amem ou deixem a pátria,
pátria marcada pelo sangue da opressão. Brasil!
Meio século se passou.
E agora?
Ainda gritam as vozes roucas,
oprimidas,
mal digeridas.
E tudo era ideologia,
e tudo era euforia,
e tudo era...
Tudo era nada,
vozes que foram caladas.

sexta-feira, 28 de março de 2014

nasceu

Alguns sentimentos são efêmeros
outros eternos, permanentes
no coração.
Apesar de tudo há um medo,
não o medo de amar,
o medo de não ser amado.
Existe uma lei interna
a lei que rege as batidas do coração...
E se o amor for matéria
não se perde
renova-se,
transforma-se
nasce novamente.
Algo emergiu!
Tem cheiro!
Cheira a amor
a vida
a flor.

quarta-feira, 19 de março de 2014

lágrima comprada

Vomite o tédio
anuncie seus status
humano desumano.
Propague e pague,
pague a própria morte...
A morte do valor capitalista
egoísta,
consumista!
Você não é um idealista?
A mentira vendida é engolida
e tudo continua assim
porque há o medo,
medo de sair das sombras.
Nem sempre os melhores são melhores
talvez piores.
Uma lágrima caiu!
Parem o tempo,
vejam a triste lágrima
comprada
negociada
idealizada!

sexta-feira, 14 de março de 2014

8 de março

Alguns versos não bastam
todas as palavras, definições
em vão tenham explicar
um dia, momento, pensamento que para a
mulher querem representar.
Não existe passado, presente ou futuro
não há um dia sequer
Todo dia é dia da mulher.
Mulher é amor
Então vamos amar
A flor que acabou de desabrochar.
Mais uma mulher nasceu!
furou o véu
o céu
o medo
Venceu!
Com carinho, com amor, mulher só és tu uma
flor.

terça-feira, 11 de março de 2014

Nada no mar

Resta de tudo o nada,
nada quem nada perdido no mar
sem rumo acha.
As coisas ainda não encontraram rumo, estão perdidas, comprimidas no coração.
Lembranças furtadas
são carregadas em balões sem gás
sem vida, sem oxigênio.
Explodem!
O mar está cheio de lágrimas.
vejam os pássaros, não há terra.
Versos que mal falam,
os ventos carregam suas vozes roucas.
Resta o nada
lembranças,
afogadas.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Diálogo

Rimas perdidas
Compradas...
Por que versos livres queres falar de amor?
O que é impossível descrever, o que com as letras não se pode dizer.

Por que não falastes da morte?
Porque da morte não é filha o amor?
Amor que não morre, nem fadiga.
Por que não falaste da solidão?
Por que preferistes os muros as pontes? Para evitar o contato? A solidão ensina a seres fortes?
Olhaste o medo!
Versos livres,
livres do amor.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Relógio

Desertas e tristes estão as ruas
tempo de agonia, falsos amores.
Tempos alheios, avulsos e nervosos.
A solidão é guia dos naufragos, também dos que não se encontram ao relento, nada é em vão.
As ondas estão cada vez mais fortes, intensas...
A brisa, a mudança de tempo... as pedras se contraem. Algo moldado.
Somos moldados?

Tempo de amores não próprios
amores opostos
inrrefletidos
espelhos rachados.
O tempo ainda é de mudança
mudança do que está incerto, de vontade, de orgulho, soberba...
Olhares contrários, reveladores.
Sorrisos presos, alugados
pássaros fora do ninho
que é tudo isso se não a vida?

Alguém ainda espreita
Observa a longe, o vento não trás
esses olhares distantes.
O vento é comprado!
O tempo ainda é de escolhas
poesias confusas, lentas, solitárias... o passado retém o ódio
Fixa um olhar que revela,
Revela o medo do relógio.
Veja de longe, caminhos trilhados, diferenciados.
O tempo vive!
Vive agora, fuja, saia.
Liberte-se do passado.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

A flor

Poema publicado no jornal Gazeta do Oeste

Movimento Literário Novos Poetas

A poesia está vivaa!!

sábado, 18 de janeiro de 2014

A flor

Nasceu em um lugar qualquer
Apesar de ser única
A flor da paixão
Flor da dor, dor do espinho
Dor do coração.
Ela está viva, vigorosa, valente, vermelha
Emana a luz da paixão, do prazer
Vibrante!
Quebra a barreira do cenário
Torna-se paisagem
Há... a flor do amor
A flor que desabrochou
A flor que ergueu-se na lama.

O sangue que escorre
É de um corpo perfurado
Pelo espinho fino,
Espinho astuto
Espinho do amor.
A flor nasce várias vezes
E torna-se novamente paisagem
Paixão, poesia e amor.
Você já conheceu a flor
Que dissipa o orgulho
E sara a dor?
A flor do amor.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Versos

Poema publicado no Jornal Gaseta do Oeste.

Versos!

Movimento Literário Novos Poetas.
A poesia está viva!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Porque

Porque uma parte é silêncio
Outra é rebeldia
Porque uma parte é escuridão
Outra é dia.
Porque uma parte é amor
E outra parte é poesia.