Há vozes que gritam em silêncio, em silêncio gritam por liberdade. Gritam as vozes roucas
estranhas,
dialéticas,
esquecidas.
Vejam o tempo,
hipertrofia do executivo!
Anunciam mentiras, os falsos jornais,
Inventados!
Amem ou deixem a pátria,
pátria marcada pelo sangue da opressão. Brasil!
Meio século se passou.
E agora?
Ainda gritam as vozes roucas,
oprimidas,
mal digeridas.
E tudo era ideologia,
e tudo era euforia,
e tudo era...
Tudo era nada,
vozes que foram caladas.
Estava escuro, mas havia seres humanos, tristes, porem com a esperança. Esperança que sol voltaria amanha e uma voz continuaria a gritar.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Vozes roucas
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