Que mil olhos me vejam no escuro
que a solidão seja leve
assim como a terra.
que mil almas me sigam
estarei perdido
na noite me liberto
na madrugada sou livre
o dia não veio
não veio o perdão
não veio o amor
não veio nada.
as lagrimas não choram e o mar
o mar secou,
a vida secou
secaram os amigos,
o ódio.
não há caminho,
há apenas atalhos errados
me perco no labirinto escuro
no labirinto sem saída
eles tinham razão
me sufoco
fujo até a ilha de Morus
era tudo mentira
mentira mentira
me tira daqui
quero oxigênio, não apaguem as luzes!
meu coração ainda bate, bate ligeiro
mas ele cansa...
cansa rápido. para. para.
separa de mim
e não volta mais.
E aquilo que não traz destino não importa.
me diviso agora
estou sendo partido e não resisto
não resisto a toda essa mentira.
cadê o amor?
e a utopia?
talvez o mundo tenha esperança
e ainda há poesia.
Estava escuro, mas havia seres humanos, tristes, porem com a esperança. Esperança que sol voltaria amanha e uma voz continuaria a gritar.
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Não importa
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